sábado, 11 de abril de 2009

Especial Jorge Amado

















Jorge Amado
Biografia

Jorge Amado nasceu a 10 de agosto de 1912, na fazenda Auricídia, no distrito de Ferradas, município de Itabuna, sul do Estado da Bahia. Filho do fazendeiro de cacau João Amado de Faria e de Eulália Leal Amado.
Com um ano de idade, foi para Ilhéus, onde passou a infância. Fez os estudos secundários no Colégio Antônio Vieira e no Ginásio Ipiranga, em Salvador. Neste período, começou a trabalhar em jornais e a participar da vida literária, sendo um dos fundadores da Academia dos Rebeldes.
Publicou seu primeiro romance, O país do carnaval, em 1931. Casou-se em 1933, com Matilde Garcia Rosa, com quem teve uma filha, Lila. Nesse ano publicou seu segundo romance, Cacau.


Formou-se pela Faculdade Nacional de Direito, no Rio de Janeiro, em 1935. Militante comunista, foi obrigado a exilar-se na Argentina e no Uruguai entre 1941 e 1942, período em que fez longa viagem pela América Latina. Ao voltar, em 1944, separou-se de Matilde Garcia Rosa.
Em 1945, foi eleito membro da Assembléia Nacional Constituinte, na legenda do Partido Comunista Brasileiro (PCB), tendo sido o deputado federal mais votado do Estado de São Paulo. Jorge Amado foi o autor da lei, ainda hoje em vigor, que assegura o direito à liberdade de culto religioso. Nesse mesmo ano, casou-se com Zélia Gattai.
Em 1947, ano do nascimento de João Jorge, primeiro filho do casal, o PCB foi declarado ilegal e seus membros perseguidos e presos. Jorge Amado teve que se exilar com a família na França, onde ficou até 1950, quando foi expulso. Em 1949, morreu no Rio de Janeiro sua filha Lila. Entre 1950 e 1952, viveu na Tchecoslováquia, onde nasceu sua filha Paloma.
De volta ao Brasil, Jorge Amado afastou-se, em 1955, da militância política, sem, no entanto, deixar os quadros do Partido Comunista. Dedicou-se, a partir de então, inteiramente à literatura. Foi eleito, em 6 de abril de 1961, para a cadeira de número 23, da Academia Brasileira de Letras, que tem por patrono José de Alencar e por primeiro ocupante Machado de Assis. Doutor Honoris Causa por diversas universidades, Jorge Amado orgulhava-se do título de Obá, posto civil que exercia no Ilê Axé Opô Afonjá, na Bahia.
A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba por todo o Brasil. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas, existindo também exemplares em braile e em fitas gravadas para cegos.Em 1987, foi inaugurada em Salvador, Bahia, no Largo do Pelourinho, a Fundação Casa de Jorge Amado, que abriga e preserva seu acervo, colocando-o à disposição de pesquisadores. A Fundação objetiva ainda o desenvolvimento das atividades culturais na Bahia.
Jorge Amado morreu em Salvador, no dia 6 de agosto de 2001. Foi cremado, e suas cinzas foram enterradas no jardim de sua residência, na Rua Alagoinhas, em 10 de agosto, dia em que completaria 89 anos.

Especial Jorge Amado



As imagens de Sartre no Brasil

A exposição Jorge Amado e Zélia Gattai, Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir: Memórias de Viagem é uma mostra fotográfica comemorativa ao centenário de nascimento do filósofo Jean-Paul Sartre, um dos principais pensadores e literatos de nosso tempo.
As fotos em preto e branco, montadas em 13 painéis 90x120cm, foram produzidas por Zélia Gattai, no ano de 1961, durante a visita de Sartre ao Brasil, a convite de Jorge Amado. Verdadeira viagem no tempo, a exposição se traduz em um documento histórico da passagem do escritor e filósofo francês por várias cidades brasileiras e seu encontro com a cultura brasileira, contando com textos de Jorge Amado, Zélia Gattai, Simone de Beauvoir e do próprio Sartre, escrevendo sobre suas impressões do Brasil.
A moé uma realização da Fundação Casa de Jorge Amado que contou com o apoio das Faculdades Jorge Amado, tendo sido inaugurada na sede da referida Faculdade por ocasião das comemorações do aniversário do escritor Jorge Amado, que completaria 93 anos no dia 10 de agosto.

Especial Jorge Amado















































































quinta-feira, 9 de abril de 2009

lançamento















Livro sobre biodiversidade amazônica é lançado no Goeldi


Obra sintetiza os resultados das pesquisas realizadas entre 2004 e 2006 na região do Rio Urucu, em Manaus (AM), pelo projeto “Dinâmica de Clareiras sob Impacto da Exploração Petroleira”,coordenado pelo Museu e integrante da Rede CTPetro Amazônia


Agência Museu Goeldi – O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e a Petrobras lançam, na terça-feira, dia 14, o livro “Biodiversidade na Província Petrolífera de Urucu”, que compila os resultados dos esforços científicos empreendidos entre os anos de 2004 e 2006 pelo projeto “Dinâmica de Clareiras sob Impacto da Exploração Petroleira”, que integra a Rede CTPetro Amazônia e é coordenado pela herpetóloga Ana Prudente, pesquisadora do Museu Goeldi. O lançamento acontece a partir das 17h30, no Auditório Paulo Cavalcante, do Campus de Pesquisa do MPEG, situado à Avenida Perimetral, 1901, na Terra Firme, em Belém (PA).
Especialista da Coordenação de Zoologia do Museu Goeldi, Ana Prudente destaca a importância da obra a ser lançada na próxima semana, que reúne os frutos das análises feitas naqueles dois anos na região do Rio Urucu, no município de Coari, a 600 km de Manaus (AM), onde a Petrobrás mantém a Base Operacional Biólogo Pedro de Moura (BOGPM) ou Base Petrolífera de Urucu. “Além de compilar os resultados do projeto, o livro preza por uma linguagem mais acessível para os não-especialistas”, afirma a herpetóloga.
O Museu Goeldi também se faz representado na obra pela zoóloga Marlúcia Martins, que, assim como Ana Prudente, atuou na organização dos resultados. Largamente ilustrado, o livro aborda o meio físico, fauna e flora da Base Petrolífera do Urucu nas línguas portuguesa, inglesa e espanhola. Segundo a publicação, a Petrobrás atua na região desde a descoberta da Província Petrolífera de Urucu, ocorrida em 1986, que, hoje, faz do Amazonas o segundo produtor terrestre de petróleo, com a produção média de 56,5 barris por dia.
“O livro colocará um público mais amplo em contato com a extraordinária riqueza da biodiversidade amazônica. E, para aqueles diretamente envolvidos com a atuação da Petrobras na região, servirá a um só tempo como subsídio para a elaboração de planos e programas de gestão ambiental essenciais às nossas operações”, afirma Ricardo Castello Branco, Gerente Geral de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) de Gás, Energia e Desenvolvimento da Petrobrás, na apresentação da obra.
CTPetro – A Rede CTPetro Amazônia, à qual está ligada o projeto “Dinâmica de Clareiras sob o Impacto da Exploração Petroleira”, é formada pela cooperação entre Museu Goeldi, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Embrapa Amazônia Ocidental, Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
Coordenada pelo pesquisador Luiz Antonio de Oliveira, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a Rede CTPetro Amazônia busca intensificar a troca de informações entre as várias instituições de pesquisa e ensino superior que a integra no intuito de minimizar impactos e recuperar áreas da floresta utilizadas pelas atividades de prospecção e transporte de gás natural e petróleo.
Serviço: Lançamento do livro “Biodiversidade na Província Petrolífera de Urucu”, dia 14 de abril, às 17h30, no Auditório Dr. Paulo Cavalcante, Campus de Pesquisa do Museu Goeldi, bairro da Terra Firme, em Belém (PA).

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Noticias



Dom Erwin Kräutler fala, com exclusividade, sobre o caso
Dorothy Stang







Em entrevista dada a assessoria de imprensa da CNBB, o bispo prelado de Xingu (PA), dom Erwin Kräutler fala sobre a decisão da 1ª Câmara Criminal Isolada, do Tribunal de Justiça do Pará, que acatando recurso solicitado pelo promotor Édson Cardoso, anulou o julgamento de Vitalmiro Bastos de Moura, Biba, que é suspeito de mandar matar a missionária Dorothy Stang, em fevereiro de 2005.

O que o senhor achou da decisão proferida pelo Tribunal de Justiça, anulando o julgamento e pedindo a prisão imediata do principal suspeito de mandar matar a missionária?

Sinceramente, não acreditei mais que chegaríamos a esse desfecho. Nós esperávamos que o julgamento de Vitalmiro Bastos, que tanto envergonhou esse país fosse anulado imediatamente. Custou, mas aconteceu. Mesmo assim, o Bida é apenas um dos integrantes desse consórcio criminoso que reina por aqui. Há outros envolvidos nesse bárbaro crime, uns diretamente, outros indiretamente. Alguns que prepararam todo o ambiente hostil à irmã Dorothy, exigindo que ela seja expulsa da região, ainda estão em liberdade.

Como é o clima na cidade de Altamira, após o anúncio da decisão do Tribunal de Justiça?

A notícia percorreu logo a cidade toda, mas o povo continua desconfiado. Infelizmente a Justiça é muito desacreditada por essa região. O povo não esquece que nos casos de abuso sexual de menores e dos mais perversos crimes cometidos contra meninos, os implicados, inclusive julgados e condenados a penas entre 35 e 77 anos de reclusão, encontram-se em liberdade. Por isso, as notícias sobre prisão de suspeitos e acusados dos mais diversos delitos são recebidas pela população com indiferença ou ceticismo.

O senhor acredita que agora ele, Vitalmiro Bastos, possa ser condenado pela morte da missionária?

Ele já foi condenado pela morte da irmã Dorothy! Nunca entendemos como Vitalmiro Bastos de Moura pôde ter sido posto em liberdade e como foi possível um segundo julgamento chegar a anular o primeiro que se baseou em provas irrefutáveis.

A Justiça decidiu pela anulação do julgamento porque a defesa foi acusada de usar provas ilegais, incluída nos autos sem o conhecimento do juiz e da Promotoria. A prova, que teria ajudado a inocentar Bida, foi um vídeo exibido durante seu julgamento, em maio do ano passado, onde outro acusado de participar do crime, Amair Feijoli da Cunha, inocenta Bida.

Com relação ao julgamento de Rayfran das Neves, o assassino confesso, no entendimento dos desembargadores, a avaliação do júri foi prejudicada porque, na época do julgamento, a Promotoria não teria conseguido provar a qualificadora de promessa de recompensa. Para a Justiça, se isso tivesse ocorrido, a pena de Rayfran seria maior.

A Justiça deve marcar uma nova sessão de julgamento para os acusados

sábado, 4 de abril de 2009

Suplemento



De volta


O Suplemento Literário de Minas Gerais tem novo superintendente: o escritor Jaime Prado Gouvêa. Jaime substituirá a professora Camila Diniz, que dirigiu o Suplemento nos últimos quatro anos. O atual superintendente integrou a geração responsável pelo Suplemento Literário, criado por Murilo Rubião, em algumas de suas fases mais importantes, entre 1969 e 1994. E, pela quinta vez, está de volta à equipe do periódico.“Desde minha última passagem pelo Suplemento, há uns 15 anos, mudou muita coisa. Naquela época não tínhamos nem computador. Estou me familiarizando novamente com todos os mecanismos e, com o tempo, evidentemente, vamos continuar a evoluir com a publicação”, diz Jaime. Mineiro de Belo Horizonte, ele é bacharel em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No jornalismo, teve passagens pela redação do Jornal da Tarde, de São Paulo, e pela sucursal belorizontina de O Globo, entre 1971 e 1973.Estreou em livro com os contos de “Areia Tornando em Pedra” (Ed. Oficina, MG), em 1970, prosseguindo com “Dorinha Dorê” (Ed. Interlivros, MG), de 1975 e “Fichas de Vitrola” (Ed. Guanabara, RJ), de 1986, que vencera o Prêmio Nacional Guimarães Rosa – 82, da Secretaria de Cultura de Minas Gerais. Lançou, em 1991, o romance “O Altar das Montanhas de Minas”, pela Ed. Siciliano, de São Paulo. Em 2007, a Ed. Record (RJ) editou “Fichas de Vitrola & Outros Contos”, uma seleção de seus contos, que foi um dos vencedores do Prêmio Jabuti - 2008.

EVENTO


Terças Poéticas retoma agenda 2009 no dia 7 de abril

Após encerrar o ano de 2008 com 33 edições, público superior a 3200 pessoas e chegar a cinco cidades no interior de Minas, o projeto de leitura, vivência e memória de poesia Terças Poéticas retoma a sua agenda de 2009 no dia 07 de abril. Às 18h30, os Jardins Internos do Palácio das Artes recebem um dos maiores nomes da literatura nacional: o teórico, poeta, cronista, professor, administrador cultural e jornalista mineiro Affonso Romano de Sant’Anna. O autor, além de fazer a leitura de alguns de poemas próprios poemas, vai conduzir uma bela homenagem a três outros grandes poetas mineiros que se destacaram no cenário nacional: Bueno de Rivera, Emílio Moura e Henriqueta Lisboa.Será uma noite para relembrar essas personalidades da literatura brasileira que deixaram enorme contribuição, através de suas obras, para a poesia contemporânea brasileira.Affonso Romano de Sant’AnnaAffonso Romano de Sant’Anna é escritor, poeta, jornalista e professor. Mineiro, nascido em 1937, Affonso mora no Rio de Janeiro e tem uma produção literária diversificada e consistente, sempre refletindo sobre o Brasil e a cultura do seu tempo. Desde os anos 60 o autor teve participação ativa em movimentos que transformaram a poesia brasileira, interagindo com os grupos de vanguarda e construindo sua própria linguagem e trajetória.O escritor lecionou ainda em diversas universidades brasileiras, como a UFMG e UFRJ, e no exterior, nas universidades da California (UCLA), Koln (Alemanha), Aix-en-Provence (França). O trabalho de Affonso é nacionalmente reconhecido, tendo recebido importantes prêmios, como o Prêmio União Brasileira de Escritores, Prêmio Mário de Andrade do Instituto Nacional do Livro e Prêmio do Governo do Distrito Federal. Foi cronista no Jornal do Brasil (1984-1988) e do jornal O Globo até 2005, e atualmente escreve para os jornais Estado de Minas e Correio Brasiliense. Em sua obra, destacam-se "Canto e Palavra", "Que País é Este?", "Vestígios" e "A cegueira e o saber", os dois últimos lançados respectivamente em 2005 e 2006.Henriqueta LisboaHenriqueta Lisboa foi a primeira mulher eleita membro da Academia Mineira de Letras. Nascida em 15 de julho de 1904, na cidade de Lambari, Minas Gerais, publicou vários ensaios e poesias. Seu primeiro livro, chamado Fogo fátuo, foi publicado aos 21 anos. Para as crianças, Henriqueta dedicou três obras: O menino poeta (1943), Lírica (1958) e a reedição de O menino poeta, em 1975. Este último livro foi lançado em disco, pelo Estúdio Eldorado. Henriqueta faleceu em 1985, aos 82 anos, após receber diversos prêmios, entre eles o Prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras. A escritora também foi inspetora de alunos, professora de literatura e tradutora.Bueno de RiveraOdorico Bueno de Rivera Filho, mais conhecido por Bueno de Rivera nasceu em 3 de abril de 1911, em Santo Antônio do Monte, interior de Minas Gerais. Foi radialista e poeta surrealista brasileiro e em Belo Horizonte, ainda jovem, trabalhou como tipógrafo e microscopista do Serviço de Saúde, época que relembra em seu poema "O Microscópio". Bueno de Rivera era tido como "um dos mais famosos speakers de Minas", tendo trabalhado por muitos anos ao microfone da Rádio Mineira.Em 1950, Rivera lançou o guia de ruas de Belo Horizonte que leva o seu nome. O "Guia Rivera" ainda é publicado até os dias de hoje. Faleceu no dia 25 de junho de 1982 deixando publicadas suas três obras de maior repercussão: Mundo Submerso (1944); Luz do Pântano (1948); e Pasto de Pedra (1971).Emílio MouraEmílio Guimarães Moura nasceu em Dores do Indaiá (MG), em 1902. Foi um dos nomes mais representativos da Literatura Brasileira da fase modernista. O poeta brasileiro era redator de A Revista (1925), primeiro órgão modernista mineiro e iniciou suas publicações com Ingenuidade (1931), lançando depois Canto da Hora Amarga (1936), Cancioneiro (1943), O Espelho e a Musa (1949), O Instante e o Eterno (1953) e Itinerário Poético (1969). Em 1949 ganhou o Prêmio de Poesia da Academia Mineira de Letras. Em 1969 foi a vez do prêmio do Pen Club do Brasil, e o Prêmio de Poesia do Instituto Nacional do Livro. O autor faleceu em 1971 na capital mineira, aos 69 anos.Terças Poéticas 2009Lançado em julho de 2005, o projeto Terças Poéticas é uma realização da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais em parceria com a Fundação Clóvis Salgado, Suplemento Literário, Rádio Inconfidência e Rede Minas. Ao longo de três anos de estrada, a iniciativa teve mais de 120 edições em Belo Horizonte e no interior do Estado. Até o momento, o Terças Poéticas teve a participação de 163 poetas que realizaram 119 homenagens a figuras da poesia brasileira e internacional. No ano de 2008, o projeto expandiu sua atuação e foram realizadas também edições nas cidades de Juiz de Fora, Cataguases, Uberaba, Ouro Preto e Ipatinga.
Serviço
Terças Poéticas: Homenagem a Bueno de Rivera, Emílio Moura e Henriqueta Lisboa com Affonso Romano de Sant’Ana
Data: 07 de abril - 18h30
Local: Jardins Internos do Palácio das Artes(av. Afonso Pena, 1537, Centro)
Entrada franca